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No contexto de tabelas de dispersão, uma função de dispersão é utilizada para transformar uma chave em um índice da tabela. Este índice determina o compartimento onde a chave será armazenada. Uma técnica simples, porém eficaz, é utilizar o valor da chave como índice diretamente na tabela. No entanto, para evitar problemas de espaço, utiliza-se uma função de dispersão, que pode causar um fenômeno onde duas ou mais chaves são mapeadas para o mesmo índice.
Leia o trecho a seguir:
Uma técnica simples de mapeamento de chaves para índices é o [preencher 1], enquanto a função de dispersão ajuda a distribuir chaves entre os compartimentos. O fenômeno onde várias chaves são mapeadas para o mesmo índice é conhecido como [preencher 2], e o método de resolução deste problema é chamado de [preencher 3].
Os termos [preencher 1], [preencher 2] e [preencher 3] são corretamente substituídos por:
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Alternativa A - 1 acesso direto, 2 colisões, 3 encadeamento
A questão explora os fundamentos das tabelas de dispersão (hash tables), uma estrutura de dados essencial na ciência da computação. Aborda os mecanismos subjacentes para transformar chaves em índices de armazenamento, os problemas inerentes a essa transformação e as estratégias empregadas para garantir a funcionalidade da estrutura.
Tabelas de dispersão são projetadas para oferecer acesso rápido (idealmente em tempo O(1) médio) a dados, utilizando uma função de dispersão (hash function) para mapear uma chave (key) para um índice dentro de um arranjo (array) ou vetor. Este índice determina onde o valor associado à chave será armazenado.
Acesso Direto: A técnica mais simples e ideal para mapear chaves para índices ocorreria se as chaves fossem inteiros pequenos e únicos, permitindo que a própria chave fosse usada diretamente como índice no arranjo. Isso é conhecido como "acesso direto". No entanto, na maioria dos cenários reais, as chaves podem ser grandes (como strings) ou ter um domínio muito vasto, tornando impraticável ou ineficiente o uso direto. É nesse ponto que as funções de dispersão se tornam necessárias, "comprimindo" o universo de chaves para o tamanho gerenciável da tabela.
Colisões: Uma função de dispersão ideal distribuiria as chaves de forma uniforme pelos compartimentos da tabela, minimizando a chance de que chaves diferentes sejam mapeadas para o mesmo índice. No entanto, em um sistema onde o número de chaves possíveis é maior que o número de compartimentos na tabela (ou mesmo antes, devido à natureza das funções de dispersão serem muitas-para-um), é inevitável que duas ou mais chaves distintas sejam mapeadas para o mesmo índice. Esse fenômeno é chamado de colisão.
Resolução de Colisões (Encadeamento): Para que as tabelas de dispersão funcionem corretamente, é crucial ter métodos para gerenciar as colisões. Existem duas categorias principais de técnicas de resolução de colisões:
Vamos analisar as opções com base nos conceitos explicados:
| Termo | Descrição no Enunciado | Análise do Termo Correto | Análise das Alternativas | | :---------------- | :------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- | :----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- | :------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ | | [preencher 1] | "Uma técnica simples de mapeamento de chaves para índices é o _____, enquanto a função de dispersão ajuda a distribuir chaves entre os compartimentos." | O texto descreve o cenário ideal onde a chave é usada diretamente como índice. O termo técnico para isso é "acesso direto". | (A) Acesso direto: Correto. <br> (B) Distribuição direta: Menos preciso; "acesso direto" é o termo padrão. <br> (C) Acesso indireto: Incorreto; o cenário é de mapeamento direto. <br> (D) Encadeamento direto: Incorreto; encadeamento é resolução de colisão. <br> (E) Acesso direto: Correto. | | [preencher 2] | "O fenômeno onde várias chaves são mapeadas para o mesmo índice é conhecido como _____,..." | Quando chaves distintas são mapeadas para o mesmo índice por uma função de dispersão, o fenômeno é chamado de "colisão". | (A) Colisões: Correto. <br> (B) Colisões: Correto. <br> (C) Distribuição: Incorreto; distribuição é o objetivo da função, não o problema. <br> (D) Colisões: Correto. <br> (E) Tratamento: Incorreto; "tratamento" é a ação para resolver, não o fenômeno em si. | | [preencher 3] | "...e o método de resolução deste problema é chamado de _____." | Para resolver o problema das colisões, são empregados métodos específicos. "Encadeamento" (ou encadeamento separado) é um dos métodos mais comuns e eficazes. | (A) Encadeamento: Correto. <br> (B) Encadeamento: Correto. <br> (C) Tratamento: Incorreto; muito genérico para um "método de resolução" específico. <br> (D) Distribuição: Incorreto; distribuição é o trabalho da função de dispersão. <br> (E) Encadeamento: Correto. |
Analisando a combinação de termos nas alternativas:
A alternativa (A) fornece os termos mais precisos e tecnicamente corretos para preencher as lacunas do trecho. "Acesso direto" descreve a técnica ideal de mapeamento chave-índice, "colisões" nomeia o fenômeno onde chaves diferentes são mapeadas para o mesmo índice, e "encadeamento" é um método fundamental para resolver tais colisões em tabelas de dispersão. O domínio desses conceitos é fundamental para a compreensão de estruturas de dados eficientes.
Alternativa A.