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Leia o trecho a seguir:
O termo Internet das Coisas (Internet of Things - IoT) foi cunhado por Kevin Ashton em 1999, enquanto trabalhava no laboratório de pesquisa do MIT Auto-ID Center. Ashton usou a expressão ao descrever um sistema no qual objetos físicos poderiam se comunicar com a internet por meio de sensores. A ideia surgiu durante um projeto para rastrear produtos usando RFID. Desde então, o termo se popularizou e é base para diversas inovações tecnológicas atuais. Dispositivos de IoT são alvos frequentes de ataques devido à sua conectividade e, muitas vezes, à falta de [preencher 1] e de [preencher 2] eficentes, o que os torna vulneráveis a invasões e manipulações remotas. Neste contexto, identifique os termos de [preencher 1] e [preencher 2] que são substituídos por:
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Alternativa (B) - 1 - criptografia adequada; 2 - atualizações regulares
A Internet das Coisas (IoT) representa uma revolução tecnológica, conectando objetos físicos à internet por meio de sensores e permitindo a troca de dados. No entanto, essa vasta conectividade traz consigo desafios significativos, especialmente na área de segurança cibernética. A questão aborda as lacunas comuns na segurança de dispositivos IoT que os tornam suscetíveis a ataques.
Dispositivos IoT, que vão desde eletrodomésticos inteligentes a equipamentos industriais, são projetados para coletar e transmitir dados, muitas vezes em tempo real e em ambientes diversos. A natureza desses dispositivos – frequentemente com recursos computacionais limitados, ciclos de vida longos e distribuição massiva – apresenta desafios únicos para a implementação de segurança robusta. A conectividade constante os expõe a um fluxo contínuo de ameaças, desde ataques de negação de serviço (DDoS) até a exploração de vulnerabilidades para acesso não autorizado e manipulação de dados ou do próprio dispositivo.
Dois pilares fundamentais da segurança da informação são a confidencialidade e a integridade dos dados, que são frequentemente garantidas pela criptografia. Além disso, a segurança não é um estado estático; ela exige manutenção contínua e adaptação às novas ameaças. Isso é feito, em grande parte, através de atualizações de software e firmware. A negligência nessas áreas é uma das principais razões pelas quais dispositivos IoT são considerados um elo fraco na cadeia de segurança cibernética.
Vamos analisar as alternativas propostas para identificar os termos que melhor preenchem as lacunas, focando na razão pela qual os dispositivos IoT são vulneráveis a invasões e manipulações remotas devido à sua conectividade:
(A) 1 - baterias duráveis; 2 - protocolos de rede
(B) 1 - criptografia adequada; 2 - atualizações regulares [CORRETA]
(C) 1 - design compacto; 2 - inteligência artificial
(D) 1 - sensores inteligentes; 2 - conectividade sem fio
(E) 1 - desempenho gráfico; 2 - controle remoto
A segurança dos dispositivos da Internet das Coisas é um campo crítico e em constante evolução. As vulnerabilidades são frequentemente exploradas pela falta de medidas básicas de proteção e manutenção. A ausência de criptografia adequada compromete a confidencialidade e integridade dos dados, enquanto a falta de atualizações regulares impede a correção de falhas de segurança conhecidas, deixando os dispositivos abertos a exploração por agentes maliciosos. Preencher essas lacunas é fundamental para construir um ecossistema IoT mais seguro e resiliente.
Alternativa (B).