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No ano de 2016, as centrais estaduais de transplantes identi- ficaram 10 158 pessoas que tiveram morte encefálica e pode- riam ser doadoras. De 5 939 famílias consultadas, 2 571 não deram a autorização necessária. (https://exame.abril.com.br. Adaptado) Considerando que cada possível doador tem em média 4 órgãos aptos para transplante, se, dentre as famílias consultadas que não deram autorização, um terço tivesse permitido a doação, o número de órgãos disponíveis para transplantes, naquele ano, aumentaria, em média,

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Alternativa D - 3.428
A doação de órgãos é um tema de extrema relevância social e médica, com o potencial de salvar inúmeras vidas. No Brasil, o processo de doação requer a autorização familiar após a constatação de morte encefálica. A questão proposta aborda uma situação hipotética baseada em dados reais de 2016, visando quantificar o impacto de um aumento na taxa de autorização familiar sobre o número de órgãos disponíveis para transplantes. Este tipo de análise é fundamental para entender a logística e os desafios da captação de órgãos.
A questão nos apresenta um cenário onde, no ano de 2016, 10.158 pessoas foram identificadas como potenciais doadoras por terem tido morte encefálica. Dessas, 5.939 famílias foram consultadas para autorização da doação de órgãos. O ponto central do problema é que 2.571 dessas famílias consultadas não deram a autorização necessária. A pergunta solicita que calculemos o aumento médio no número de órgãos disponíveis para transplantes se um terço das famílias que não autorizaram a doação tivesse permitido. Além disso, é fornecida a informação de que cada possível doador tem em média 4 órgãos aptos para transplante.
Para resolver a questão, devemos seguir os seguintes passos:
Vamos aplicar os passos descritos no desenvolvimento:
Número de famílias que não deram autorização: O enunciado informa que 2.571 famílias consultadas não deram a autorização necessária.
Cálculo dos doadores adicionais: A condição hipotética é que um terço dessas famílias tivesse permitido a doação. Portanto, calculamos um terço de 2.571: Número de doadores adicionais = 2.571 ÷ 3 Número de doadores adicionais = 857
Isso significa que, se a condição hipotética fosse real, haveria 857 novos doadores de órgãos.
Cálculo do aumento de órgãos disponíveis: Cada possível doador tem em média 4 órgãos aptos para transplante. Assim, para encontrar o número total de órgãos que estariam disponíveis adicionalmente, multiplicamos o número de doadores adicionais pela média de órgãos por doador: Aumento de órgãos = Número de doadores adicionais × Órgãos por doador Aumento de órgãos = 857 × 4 Aumento de órgãos = 3.428
Portanto, o número de órgãos disponíveis para transplantes aumentaria em média 3.428.
Comparando este resultado com as alternativas:
As alternativas incorretas provavelmente resultam de erros de cálculo, como dividir o número total de famílias consultadas por 3, ou aplicar a fração incorretamente, ou ainda errar a multiplicação final. A compreensão precisa de qual subgrupo de famílias a condição hipotética se aplica (apenas as que negaram a doação) é crucial.
A questão exige a interpretação correta dos dados fornecidos e a aplicação de cálculos básicos de fração e multiplicação. Ao identificar o grupo correto de famílias (aquelas que inicialmente não autorizaram a doação), calcular a fração que hipoteticamente teria autorizado e, em seguida, multiplicar o número resultante de doadores pelo número médio de órgãos por doador, chegamos ao aumento médio de 3.428 órgãos disponíveis. Este exercício ilustra o impacto significativo que pequenas variações nas taxas de autorização familiar podem ter na disponibilidade de órgãos para transplantes.
Alternativa D.