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No dia 04 de fevereiro de 2025, a China anunciou que vai impor tarifas sobre algumas importações americanas, incluindo petróleo bruto, máquinas agrícolas e gás natu- ral liquefeito. As medidas, anunciadas pelo Ministério das Finanças da China, cobram uma taxa sobre certos tipos de carvão e gás natural liquefeito, e uma tarifa sobre petróleo bruto, máquinas agrícolas, carros de grande cilindrada e ca- minhonetes. (Patrick Fuentes. www.cnnbrasil.com.br, 04.02.2025. Adaptado.) As medidas anunciadas no excerto apontam que a China está

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Alternativa E - adotando medidas protecionistas para taxar produtos estrangeiros e favorecer a produção nacional.
O excerto descreve uma ação econômica da China de impor tarifas sobre importações americanas. Essa medida se insere no contexto das relações comerciais internacionais e das estratégias que os países utilizam para gerenciar seu comércio exterior e proteger suas economias. Compreender essas ações é fundamental para analisar a dinâmica do comércio global e as políticas econômicas das nações.
A imposição de tarifas, ou impostos de importação, é uma ferramenta clássica de política comercial. Quando um país decide taxar produtos estrangeiros que entram em seu mercado, ele está elevando o preço desses bens para os consumidores e empresas locais. Isso torna os produtos importados menos competitivos em relação aos produtos produzidos internamente. As tarifas são um exemplo de barreira comercial e são frequentemente associadas a políticas protecionistas.
O protecionismo é uma doutrina econômica que defende a proteção da indústria e da agricultura nacionais contra a concorrência estrangeira, geralmente através da imposição de tarifas, cotas de importação, subsídios à produção nacional e outras barreiras não tarifárias. O objetivo é estimular a produção interna, garantir empregos, desenvolver setores estratégicos e, em alguns casos, corrigir desequilíbrios na balança comercial. As tarifas aumentam os custos dos produtos importados, incentivando os consumidores a comprar produtos nacionais mais baratos.
No caso descrito, a China está impondo tarifas sobre uma variedade de produtos americanos, como petróleo bruto, máquinas agrícolas e gás natural liquefeito, além de carros de grande cilindrada e caminhonetes. Essa ação encarece esses produtos no mercado chinês, tornando os equivalentes produzidos na China (ou de outros parceiros comerciais sem tarifas) mais atraentes, o que beneficia a produção e o mercado interno chinês.
Vamos analisar as alternativas com base nos conceitos apresentados e no texto fornecido:
A - reduzindo barreiras comerciais para incentivar a importação de produtos dos Estados Unidos.
B - fortalecendo a economia americana ao facilitar a entrada de produtos chineses no mercado dos Estados Unidos.
C - diminuindo sua dependência do mercado interno com o aumento das importações de bens essenciais.
D - eliminando tarifas sobre produtos estratégicos para estimular o comércio internacional.
E - adotando medidas protecionistas para taxar produtos estrangeiros e favorecer a produção nacional.
As tarifas impostas pela China sobre as importações americanas são um exemplo claro de medidas protecionistas. Elas têm como objetivo principal proteger a indústria e a economia chinesa da concorrência externa, encarecendo os produtos estrangeiros e, assim, criando um ambiente mais favorável para a produção nacional. Essa estratégia é comumente utilizada por países que buscam defender seus mercados internos e setores estratégicos, impactando diretamente o comércio bilateral e as relações econômicas internacionais.
Alternativa E.