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Durante o desenvolvimento de projetos em Java, especialmente em ambientes colaborativos, é fundamental contar com ferramentas que automatizem o processo de construção e gerenciem dependências. O Gradle é uma dessas ferramentas modernas que se destaca por sua flexibilidade e desempenho. Ele utiliza uma abordagem baseada em [preencher 1] para definir e organizar tarefas de construção, permitindo automações personalizadas. Além disso, o Gradle possui integração nativa com repositórios [preencher 2], facilitando a resolução automática de bibliotecas externas e otimizando o fluxo de trabalho. Neste contexto, identifique os termos de [preencher 1] e [preencher 2] que são substituídos por:
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A alternativa “1 – scripts; 2 – remotos” está correta, pois o Gradle define seu fluxo de automação por meio de scripts escritos geralmente em Groovy ou Kotlin, o que permite grande personalização nas tarefas de build. Diferente de ferramentas como o Maven, que usam arquivos XML, o Gradle organiza os processos por meio de scripts dinâmicos. Quanto ao gerenciamento de dependências, o Gradle integra-se a repositórios remotos como o Maven Central ou o JCenter, possibilitando que as bibliotecas necessárias ao projeto sejam baixadas automaticamente, sem necessidade de instalação manual. As demais alternativas estão incorretas: A alternativa “1 – linha de comando; 2 – privados” está incorreta porque, embora o Gradle possa ser executado via linha de comando, essa não é a estrutura que define seu funcionamento. A essência do Gradle está nos scripts que organizam o processo de build. Além disso, embora seja possível configurar repositórios privados, a principal característica do Gradle é a integração com repositórios remotos amplamente utilizados. A alternativa “1 – interface gráfica; 2 – de código-fonte” está incorreta, pois o Gradle não depende de interface gráfica para definir suas tarefas. Sua configuração é baseada em scripts. Quanto aos repositórios, "de código-fonte" não é o termo adequado, já que o Gradle trabalha com repositórios de binários, não necessariamente com o código-fonte. A alternativa “1 – arquivos XML; 2 – internos da IDE” está incorreta porque confunde Gradle com Maven. O Gradle substitui o uso do XML por scripts em Groovy ou Kotlin. Além disso, os repositórios não são internos da IDE, mas sim remotos ou locais, acessíveis independentemente da IDE. A alternativa “1 – bibliotecas; 2 – temporários” está incorreta, pois bibliotecas são itens gerenciados pelo Gradle, e não o método pelo qual ele define as tarefas. Já os repositórios temporários não são uma prática comum ou recomendada no uso da ferramenta, sendo os remotos os mais utilizados.