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Homem, 50 anos, intubado por insuficiência respiratória aguda secundária à infecção pela COVID 19. Procedimento realizado com sequência rápida de IOT com uso de etomidato e succinilcolina. Segue imagem de capnografia. Qual é a conduta?
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Esta questão foi verificada por um de nossos administradores.
Alternativa B - Intubação esofágica - retirada do tubo e nova IOT.
O ponto central desta questão é a interpretação correta do monitoramento por capnografia (curva de $CO_2$ expirado) durante ou após uma intubação traqueal.
A imagem apresentada mostra um gráfico onde a linha permanece próxima ao eixo horizontal ("baseline"), indicando uma concentração quase nula de gás carbônico expirado.
A combinação de ausência de sinal de $CO_2$ logo após a manobra de intubação sugere fortemente que o tubo foi inserido no esôfago e não na traqueia.
Diante da suspeita de intubação esofágica confirmada pela capnografia ausente:
Conclusão: A falta de sinal de $CO_2$ na capnografia é o padrão-ouro para diagnóstico imediato de intubação esofágica, exigindo remoção do tubo e nova tentativa.