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Idoso, 70 anos, iniciou há 3 dias, quadro clínico de cefaleia, evoluindo com rigidez de nuca e febre. Porém, no caminho para o PA, apresentou crise convulsiva. Assinale a alternativa que apresenta o provável diagnóstico, qual exame solicitar e a terapia empírica.
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Alternativa B - Meningite bacteriana / tomografia de crânio / punção lombar e antibioticoterapia
A análise clínica deste caso aponta fortemente para meningite bacteriana, exigindo uma abordagem urgente e segura. Embora a imagem mostre a opção C selecionada, a conduta médica padrão baseada em diretrizes nacionais e internacionais (como as da Sociedade Brasileira de Infectologia) indica a Alternativa B como a correta.
O paciente apresenta a tríade clássica de sinais meníngeos:
Além disso, o fator idade (70 anos) e a presença de uma crise convulsiva alteram significativamente o risco e o protocolo diagnóstico.
Em idosos, a apresentação aguda de febre e rigidez de nuca tem alta probabilidade de ser Meningite Bacteriana. Vírus causam quadros geralmente mais brandos.
A presença de uma crise convulsiva recente é um sinal de alerta para possível lesão ocupante (abscesso, hematoma) ou hipertensão endocraneana.
Não se pode esperar resultados de exames para iniciar o tratamento em suspeita de meningite bacteriana.
| Critério | Alternativa B (Correta) | Alternativa C (Incorreta) | | --- | --- | --- | | Diagnóstico | Meningite Bacteriana (alta mortalidade, requer ação rápida) | Meningite Viral (geralmente autolimitada, quadro mais brando) | | Exame Prévio | Tomografia (segura devido à convulsão) | Dosagem de lactato (útil, mas secundária à segurança da PL) | | Tratamento | Antibióticos amplos (cobertura para bactérias e Listeria) | Aciclovir (uso específico para Herpes/Encefalite, não para meningite viral comum) |
A Alternativa B é a escolha correta porque alinha o diagnóstico mais provável (bacteriano no idoso), a segurança diagnóstica (TC antes da punção devido à crise) e o tratamento imediato necessário (antibióticos). A seleção mostrada na imagem (Alternativa C) representa um erro comum de subestimar a gravidade da infecção bacteriana e o uso inadequado de antivirais neste contexto.
Nota: Em medicina, a decisão clínica deve sempre considerar o risco vital imediatista. Meningite bacteriana não tratada evolui rapidamente para choque séptico e óbito.