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Na segunda parte do vídeo-base “O que está escrito, o que se pode ler”, apresentado na Semana 4, continuamos aprendendo como ocorre o processo de aprendizagem da escrita e quais hipóteses as crianças constroem sobre a relação entre as figuras e as palavras. De acordo com esse vídeo, podemos dizer que está(ão) correta(s) a(as) afirmação(ões): I. Com o avanço do processo de aprendizagem da escrita, as crianças passam a estabelecer relações quantitativas e qualitativas entre as letras e as palavras. II. As hipóteses que as crianças constroem, no início do processo de aprendizagem da leitura, levam em consideração o aspecto semântico e não o linguístico, o que pôde ser comprovado, no vídeo, no exemplo em que, diante do enunciado “adoro morango” a criança leu “morango salgado”. III. Segundo a perspectiva construtivista, o professor deve acompanhar o processo de construção da leitura e escrita e interpretar cada hipótese levantada pela criança em relação às letras e palavras, sem interferir em apontar os erros e dando a resposta “certa”.
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De acordo com o vídeo-base, as crianças avançam nas hipóteses sobre leitura e escrita e começam a considerar as partes do enunciado, as figuras e os sons das palavras para interpretar o que pode estar escrito, como é o caso do exemplo “morango salgado”, que a criança justificou a leitura da palavra “adoro” como se fosse “salgado” porque salgado termina com a letra “o”. Conforme assistimos, a professora não interfere, ela ouve a resposta e levanta algumas questões para a criança refletir, sem corrigi-la.