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Um juiz solicitou a uma biblioteca jurídica uma resenha sobre o último livro de um eminente jurista. O bibliotecário localizou a resenha e a entregou ao juiz. Mais tarde, o juiz observou que o documento obtido na internet havia sido escrito por um estudante. A informação recuperada:
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Esta questão foi verificada por um de nossos administradores.
A questão aborda a avaliação de fontes de informação, especificamente no contexto jurídico onde a autoridade e a confiabilidade dos dados são fundamentais.
Alternativa D - não é confiável, porque o autor não é reconhecido em sua área de atuação.
No ambiente de pesquisa, especialmente no Direito, utiliza-se o modelo CRAAP (Currency, Relevance, Authority, Accuracy, Purpose) ou critérios similares para verificar a qualidade de uma fonte. O ponto crítico neste caso é a Autoridade.
Portanto, a informação falha no critério de confiabilidade baseada na autoridade do autor.
| Alternativa | Crítica | Por que não é a melhor? | | --- | --- | --- | | A | Inconsistência / Informalidade | Blogs podem ser informais, mas o erro principal apontado foi a autoria, não apenas o meio. | | B | Permanência | Refere-se ao fato de links mudarem ou sumirem, o que não foi o motivo da reprovação pelo juiz. | | C | Constância / URL | Similar à B, foca na estabilidade do link, não na qualidade do conteúdo/autor. | | D | Confiabilidade / Autor | Correta. Foca diretamente na falta de reconhecimento do autor ("estudante") frente à necessidade do juiz. | | E | Inválida / Utilidade | Muito genérica. A informação pode ser útil para estudo, mas não para fundamentação judicial séria devido à autoridade. |
A alternativa D é a correta porque identifica o fator limitante da fonte naquele contexto específico: a falta de autoridade do autor (um estudante) para atender às exigências de rigor de um profissional jurídico (o juiz).