Paciente de 64 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2 há 20 anos, hipertensão arterial e neuropatia periférica grave, apresenta úlcera plantar no hálux direito há 3 semanas, com aumento da secreção purulenta e odor fétido. Ao exame físico do pé direito, apresenta úlcera de 2,5 cm, fundo necrótico, bordas irregulares, eritema e calor perilesional, drenagem purulenta abundante, pulsos pediosos palpáveis. Exames complementares: glicemia capilar: 238 mg/dL, HbA1c: 9,2%. Radiografia do pé com suspeita de erosão da falange distal. A intervenção terapêutica neste caso é:
Um homem com 45 anos de idade, internado em enfermaria de hospital secundário há 15 dias pós trauma com boa evolução, apresenta swab anal positivo para bacilo gram-negativo resistente a carbapenêmico. Ele não apresenta febre e o leucograma está com 6.500 leucócitos (neutrófilos: 4.500, linfócitos: 1.500 células). Nesse caso, a conduta adequada é:
Paciente de 64 anos de idade, com histórico de diabetes, hipertensão arterial e dislipidemia, em uso de metformina 850mg a cada 8 horas, enalapril 10mg a cada 12 horas e sinvastatina 40mg ao dia, relata 3 dias de evolução de placa eritematosa, dolorosa, em região anterior e lateral de perna direita, de aproximadamente 22x12 cm, com bordos bem definidos. Considerando o diagnóstico mais provável, analise as assertivas.
Um paciente com 61 anos, com queixa de dor em região proximal da coxa esquerda há 3 dias, relata limitação à deambulação devido à dor. Apresenta antecedente pessoal de hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus, ambos controlados; tendo realizado cirurgia para correção de fratura exposta de fêmur esquerdo há 8 anos. Ao exame, apresenta-se com edema, hiperemia e dor à percussão de porção proximal do fêmur esquerdo. Considerando-se o caso descrito, quais são, respectivamente, o exame de imagem e a hipótese diagnóstica nesse momento?
Paciente, RFO, homem, de 53 anos de idade, sofreu acidente automobilístico há 20 dias, com fratura exposta da tíbia direita com necessidade de tratamento cirúrgico. Após 10 dias do procedimento, evoluiu com dor local e saída de secreção purulenta no sítio cirúrgico e compareceu em setor de internação com hemograma com leucocitose e ressonância magnética com sinais de osteomielite com destruição óssea e envolvimento de tecidos adjacentes. Foi feita abordagem cirúrgica e tecido foi enviado para análise, que evidenciou MSSA no material coletado multissensível. Assinale a alternativa que apresenta o tratamento mais adequado nesse caso hipotético.
Idoso, 70 anos, iniciou há 3 dias, quadro clínico de cefaleia, evoluindo com rigidez de nuca e febre. Porém, no caminho para o PA, apresentou crise convulsiva. Assinale a alternativa que apresenta o provável diagnóstico, qual exame solicitar e a terapia empírica.
Homem, 55 anos de idade, natural e procedente de São Paulo, procura PS com cefaleia há 3 semanas e piora nos últimos dias, tornando-se refratária a analgésicos. Sem outras comorbidades. TC de crânio: sem visualização de lesões expansivas. Líquido cefalorraquidiano: 350 células/mm3, predomínio de linfócitos. Glicose normal e ausência de bactérias na pesquisa direta. Quais são as principais hipóteses diagnósticas?
O pâncreas é um órgão que faz parte do sistema digestório e do endócrino. Com relação ao pâncreas e ao tratamento farmacológico de suas doenças, analise as afirmativas a seguir: I. A metformina é um antidiabético do grupo das biguanidas que reduz a glicose pós-prandial e basal. Ela atua por meio de um único mecanismo celular. II. A insulina de ação rápida é rapidamente absorvida do tecido adiposo para a corrente sanguínea. Usada para controlar a glicose durante as refeições. III. A insulina humana NPH tem um início de efeito de insulina de 3 a 6 horas, um pico de efeito de 8 a 12 horas e uma duração de ação superior a 14 horas. IV. A insulina de ação intermediária é absorvida mais lentamente e dura mais tempo. Usada para controlar a glicose no sangue durante a noite. Está correto o que se afirma em:
Anormalidades na hemostasia podem acarretar em hemorragia ou na formação de coágulos, além do surgimento de trombose. A hemostasia, para que o controle da fluidez sanguínea aconteça, é extremamente complexa. Problemas nesse processo, além de poder levar a trombose venosa profunda, podem causar infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, entre outros transtornos. Os fármacos antitrombóticos são usados para o tratamento da trombose e são chamados de antiagregantes plaquetários (inibem uma agregação plaquetária), fibrinolíticos (degradam a fibrina) ou anticoagulantes (atenuam a formação do trombo). Com relação aos anticoagulantes, analise as afirmativas a seguir: I. A heparina bloqueia a cascata de coagulação, que é complexa e depende de vários fatores. Entre eles, há a trombina (fator IIa). Ao ativá-la, a heparina impede que ela se converta em fibrina. II. Existem dois tipos de heparina: a não fracionada (HNF) e a de baixo peso molecular (HBPM). Elas têm indicações similares, entretanto o esquema de administração da HBPM é mais simples. III. A varfarina é um anticoagulante oral antagonista da vitamina K, vitamina lipossolúvel com atividade anti-hemorrágica e usada clinicamente na trombose venosa profunda e embolia pulmonar. IV. Os anticoagulantes mais recentes são conhecidos como “xabans” e atuam como inibidores diretos do fator Xa na cascata da coagulação sanguínea.
Homem, 50 anos, intubado por insuficiência respiratória aguda secundária à infecção pela COVID 19. Procedimento realizado com sequência rápida de IOT com uso de etomidato e succinilcolina. Segue imagem de capnografia. Qual é a conduta?
Mulher, 46 anos, é atendida em Unidade Básica de Saúde com história de dispneia progressiva há 8 meses, no momento aos médios esforços. Antecedente pessoal: febre reumática. Exame físico: FC = 88 bpm, PA = 116 X 68 mmHg. Pulmões: murmúrio vesicular presente e simétrico, estertores crepitantes nas bases. Coração: ritmo cardíaco regular e sopro. O achado ecocardiográfico esperado é:
Alguns exames complementares podem ser utilizados para confirmação de morte encefálica de acordo com a legislação vigente no Brasil (resolução 2.173 de 23 de novembro de 2017). Dentre as opções abaixo, qual alternativa contém um exame complementar que não pode ser utilizado para esse fim?
Alguns exames complementares podem utilizados na confirmação de morte encefálica de acordo com a legislação vigente no Brasil (resolução 2.173 de 23 de novembro de 2017). Dentre as opções abaixo, qual alternativa contém um exame complementar que não pode ser utilizado para esse fim?
Paciente, sexo masculino, 40 anos, iniciou, há 03 meses, quadro de diarreia com má absorção e dor abdominal, perdeu cerca de 9 quilos nesse período. De antecedentes, relata artralgia de joelhos, punhos e tornozelos. Durante a investigação, foi solicitado biópsia duodenal que mostrou a presença de distorção da arquitetura normal das vilosidades por infiltrado de macrófagos que se coram ao PAS. Com base nisso, qual é o nosso provável tratamento?
Paciente sexo masculino, 55 anos, vem encaminhado para consulta em serviço terciário com queixa de fraqueza em membros há 03 anos com piora progressiva ao longo desse período, inclusive com histórico de quedas. Relata ter usado Prednisona sem melhora do quadro. Ao exame físico, você nota uma diminuição assimétrica de força proximal de membros inferiores e dos músculos flexores dos dedos. Traz exame: CPK: 400 e biópsia de músculo com presença de vacúolos marginados e infiltrado monuclear nas fibras musculares. Qual o diagnóstico mais provável?
Durante a anamnese em um ambulatório corporativo, um paciente relata uso contínuo de anticoagulantes, mas omite o histórico de endocardite bacteriana, descoberto pelo dentista ao analisar exames anteriores. Diante dessa situação, a conduta técnica inicial deve ser:
O indivíduo é considerado portador de HA resistente quando a pressão arterial se encontra acima das metas recomendadas, apesar do uso de doses máximas de
Paciente de 64 anos, feminino, portador de diabetes mellitus há dez anos e com controle irregular da doença, queixa-se de fraqueza, tontura e “escurecimento da visão”, quando muda de atitude postural de maneira súbita. Seu médico constatou a presença de hipotensão arterial postural. No exame físico foi constatada taquicardia em repouso.A provável explicação para este achado está na presença de